Conheça os Transformadores do ITD
Minha história
Rômulo Férrer Lima Carneiro formou-se em Telemática pelo IFCE em 2007, mas levaria mais de uma década para encontrar o nicho exato onde sua formação técnica encontraria seu verdadeiro propósito. Entre 2009 e 2024, ele viveu os 15 anos mais intensos da sua trajetória: fundou mais de dez empresas, em setores que vão de automação residencial a laticínios, de tecnologia assistiva a saúde popular.
O capítulo mais visível dessa fase começa na Vent7 Automação e Inovações, fundada em Fortaleza. Foi lá que nasceu a ConfortLamp, um produto de automação residencial de baixo custo que o levaria, como CEO, ao tanque do Shark Tank Brasil, tornando-se um dos poucos cearenses a pisar naquele palco.
No podcast SharkCast Brasil, ele relembraria a experiência com uma frase que resume bem o espírito de quem negocia sob pressão: inovar é preciso, vender metade da empresa nem sempre é.
Mas a Vent7 foi só um capítulo entre muitos. Vieram a Inovaeye, levando tecnologia assistiva para pessoas com deficiência visual; a Corujei, um SaaS para o varejo; a HN Brasil, fabricando manteiga ghee; óticas, clínicas de saúde popular no interior do Ceará, consultoria de SaaS para o grupo Vivo via ACE Venture, e a Dr. Olhar, health tech aplicada à saúde ocular.
Era a fase do empreendedor que testa, erra, aprende e recomeça, o tipo de currículo que não se constrói em escritório, mas em reuniões com investidores, em pitches recusados e aceitos, em produtos que viram ou não viram mercado.
Em paralelo a esse ciclo empreendedor, Rômulo foi construindo uma segunda trajetória, mais silenciosa e talvez mais decisiva: a de mentor. Entre 2016 e 2017, no programa Corredores Digitais, formou mais de dez startups na metodologia de Steve Blank.
Em 2019, na incubadora Padetec, orientou oito negócios em capital, mercado e gestão. Pela Cuida Criativas e em mentorias informais que nunca entraram em estatística oficial, foi afinando um olhar que, só em 2023, já tinha guiado 42 empreendedores através da Monyu. Mais recentemente, esse olhar foi formalizado: tornou-se avaliador de mentores no edital FUNCAP nº 05/2023, validando a maturidade de spin-offs acadêmicas antes que elas saíssem do papel.
É essa dupla vivência, quem constrói empresas e quem avalia as empresas dos outros, que desenha o profissional que Rômulo é hoje. O mestrado em Propriedade Intelectual pelo PROFINT (2019) não foi um desvio acadêmico, mas a peça que faltava para transformar quinze anos de tentativa e erro em método.
Hoje, na Monyu Startups, SaaS especializada em captação de recursos para inovação e transferência de tecnologia, ele ocupa o espaço que poucos no Brasil dominam de fato: a interseção entre propriedade intelectual, subvenção econômica e o mercado real, aquele que decide se uma patente vira produto ou vira gaveta.
A trajetória de empreendedor lhe deu algo que nenhum curso ensina: a calibração de quem já sentou do outro lado da mesa, já recebeu "não" de investidor, já viu produto morrer por falta de mercado e produto nascer por causa de uma rodada bem desenhada. É esse histórico — não apenas o diploma — que hoje sustenta sua autoridade ao avaliar, valorar e levar para o mercado as tecnologias de quem ainda está começando essa jornada.
Atua como consultor de inovação e empreendedorismo com experiência de mais de 15 anos em captar recursos de subvenção econômica e transformar ideia em negócios nos segmentos de indústria de alimentos, automação residencial, Óticas, clinicas de saúde, Healthtech, SAAS e transformação digital de pequenos negócios.
Atualmente, sou Co fundador da Monyu especializada em captação de recursos de subvenção econômica.
Graduado em Telemática e mestre em propriedade intelectual e transferência de tecnologia para inovação pelo IFCE.
