Sua empresa está se preparando para o futuro… ou apenas apagando incêndios?
- Instituto da Transformação Digital
- há 1 dia
- 5 min de leitura
Se você sente que o dia nunca acaba.
Se o “urgente” sempre atropela o “importante”
Se pensar no futuro parece um luxo inalcançável
⚠️ Este artigo é para você.
Vivemos no que chamo de Mundo CAOS. Contradições extremas. Ansiedade coletiva. Obsolescência acelerada. Saturação e escassez convivendo lado a lado.
E, mesmo assim, seguimos repetindo a mesma frase:
“Agora não dá. Não tenho tempo.”
Não temos tempo porque estamos presos ao agora. E quando não olhamos para o futuro, algo inevitável irá acontecer. um mundo onde tudo acontece rápido demais, ao mesmo tempo e com impactos profundos. Desafios urgentes, decisões para ontem, pressão por resultados imediatos, mas... sempre existe um “mas”, não é?
Mas… em que momento você se prepara para o futuro? E mais importante: em que momento sua empresa se prepara?
Durante décadas, o jogo foi previsível. Ciclos longos, planejamentos de 5 ou 10 anos, poucos sustos no caminho. a concorrência era visível. Era possível errar, corrigir e seguir.
O problema não é falta de tempo. É falta de direção.
Hoje, esse mundo não existe mais. Você sabe disso. Hoje, não olhar para o futuro significa abrir mão do controle. Significa permitir que o mercado, a tecnologia, ou o concorrente, decidam por você. Tenho certeza de que você não deseja que sua empresa, e sua carreira, sejam conduzidas pelas escolhas de terceiros.
Uma analogia simples (e dolorosamente real)
Quem me acompanha sabe o quanto gosto de analogias da vida cotidiana com o mundo dos negócio.
Imagine aquela “ondinha” na praia. Ela parece inofensiva… até crescer rápido demais. De repente, você é pego desprevenido, derrubado, rolando sem saber de onde veio o impacto, nem onde vai parar depois.
Isso acontece porque você não se preparou para ler o cenário: o que viria, quando viria e com que força. Isso acontece porque você não leu de forma adequada o cenário e isso que ocorre com empresas que não constroem cenários de futuro.
É exatamente assim que muitas empresas são impactadas hoje. Não por falta de competência, mas por falta de preparação estratégica para o futuro.
Um post no LinkedIn. Um déjà-vu de 10 anos atrás.
Hoje, ao navegar pela minha timeline no LinkedIn, vi uma postagem sobre um gadget com Inteligência Artificial, com o logotipo do ChatGPT integrado ao dispositivo (imaginário claro, ainda...
Isso me levou imediatamente a 2016. Naquele ano, conduzi um workshop de construção de cenários de futuro com uma provocação clara:
Qual dispositivo substituirá o smartphone?
Esta questão foi levantada por um pool de empresários interessados em construir um novo negócio que fosse de alcance global e se antecipasse as demandas do mercado. A resposta certa valeria alguns milhões, não?
Na época, a IA ainda não era “enxergada” como hoje. Mas a provocação estava lá: o celular já havia se tornado uma extensão do corpo humano. Superá-lo parecia improvável.
Avançamos para 2026. E o que antes parecia desconexo e incerto começa a se confirmar.
A Inteligência Artificial não substituirá apenas ferramentas. Ela se integrará a novos dispositivos, novas interfaces e novos modelos de interação, mudando radicalmente a forma como trabalhamos, consumimos e decidimos.
E isso não é tecnologia. Isso é estratégia de sobrevivência e relevância.
O maior risco hoje não é a concorrência. É a irrelevância.
Empresas verdadeiramente preparadas entendem isso. Como bem descreve o livro “Organizações Infinitas”, os ciclos de transformação estão cada vez mais curtos e implacáveis.
No Mundo CAOS, quatro lentes pressionam os líderes diariamente:
Contradições extremas
Ansiedade coletiva
Obsolescência acelerada
Saturação e escassez simultâneas
Isso obriga líderes a repensarem modelo de negócio, cultura, estrutura e proposta de valor continuamente. Nesse contexto, não repensar o negócio constantemente é uma escolha perigosa.
Quatro perguntas que todo líder precisa encarar (sem filtros)
Pare um instante e reflita, com honestidade:
Sua empresa contrata empregados ou talentos?
Sua estrutura ainda é verticalizada e departamentalizada?
Seus produtos e serviços seguem apenas a lógica clássica da oferta e da procura?
Seu modelo de negócios ainda depende de “exposição em vitrine” e vendas consultivas tradicionais?
Essas perguntas não são teóricas. Elas expõem o nível de maturidade estratégica da sua organização. Elas colocam você no centro das transformações mais profundas do mundo corporativo atual. Respostas conservadoras ou ineficientes não geram estabilidade. Geram risco real de sobrevivência.
E o seu envelope está onde?
Mas a pergunta mais importante não é sobre mim.
Em 2016, finalizei aquele workshop com um exercício simples: um envelope lacrado com hipóteses sobre o futuro. Ele segue guardado até hoje. Ele existe para comprovar ou não aquela tese. Não como curiosidade, mas como método.
Agora, a pergunta mais importante não é sobre mim.
👉 Você já construiu os cenários que vão garantir não apenas a sobrevivência, mas a evolução da sua organização? Ou ainda está esperando ser levado pela próxima “ondinha”?
Um convite final
Construção de cenários de futuro não é futurologia. É metodologia, estratégia aplicada, leitura de contexto e decisão consciente.
Se você sente que está na hora de sair do modo reativo e assumir o protagonismo do futuro da sua empresa, vamos conversar.
☕ Que tal tomarmos um café e discutirmos como posso colaborar com sua organização?
O futuro não espera. E a irrelevância também não.
🌐 Sobre o autor
Paulo Kendzerski é um dos pioneiros da transformação digital no Brasil, com mais de 30 anos dedicados à inovação, à educação empreendedora e ao desenvolvimento sustentável dos negócios.
Presidente do Instituto da Transformação Digital (ITD), da I&T School e da INI – Incubadora de Negócios Inovadores & Impacto Socioambiental, lidera programas voltados à formação de empreendedores de impacto, realiza mentoria para negócios inovadores e C-LEVEL e promove avaliação de maturidade digital e humana em organizações de todos os portes e segmentos.
Reconhecido como um profissional nexialista, Paulo constrói pontes entre mundos distintos, conecta pessoas, empresas, universidades, governos e comunidades, transformando diversidade em convergência. Seu talento está em ligar pontos que normalmente não se encontram, criando ecossistemas colaborativos capazes de gerar inovação, inclusão e impacto sustentável.
Nos últimos anos, intensificou sua atuação em iniciativas que integram bioeconomia, tecnologia e educação, como o Hackatagro, que envolve estudantes de escolas técnicas agrícolas no desenvolvimento de soluções sustentáveis, e o Digital Transformation Awards, premiação internacional que celebra pessoas e organizações que inovam com propósito.
Mais do que um líder, Paulo é um educador de mentalidades, alguém que inspira novas formas de pensar, aprender e agir. Sua trajetória é guiada pela visão das três inteligências da era regenerativa:
💡Inteligência Social: o despertar individual para escolhas conscientes.
💡Inteligência Coletiva: a força da colaboração entre pessoas e organizações.
💡Inteligência Digital: o uso da tecnologia como meio de regeneração, e não de exploração.
Segue meus contatos diretos:
📧 e-mail: paulo@institutodatransformacao.com.br
📱 whats: +55 51 99789-0961
Obrigado por fazer parte dessa jornada comigo!
Será um prazer compartilhar ideias e explorar sinergias.
Um grande abraço,
Paulo Kendzerski




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